GRUPO DE ESTUDOS EM DIREITOS HUMANOS, DESENVOLVIMENTO E SUSTENTABILIDADE

O Brasil tem um passado marcado por inúmeras barbáries socais, a começar pela exploração indígena, onde centenas de nativos foram dizimadas de forma brutal, ferindo seus princípios culturais e religiosos, o mesmo aconteceu com os negros trazidos da África. Com a Constituição mais humanitária da história, em vigência há trinta anos, o Brasil ainda é assolado por uma negligência aqueles que esperam por Direitos Humanos assegurados, por este motivo a cultura de violência é uma marca ainda irreparável e presente na sociedade brasileira.

Nas últimas décadas, houve grandes avanços na luta por esses direitos, através de políticas públicas estatais, embora em grande parte da sociedade imperar vasto preconceito contra as “minorias”, minorias essas que quantitativamente são maiores, não obstante, em direitos exercidos são em pouco. Numa sociedade marcada pela escravidão, ainda vislumbra-se crianças e jovens em condição de trabalho análoga à escravidão, um país onde estatísticas cruéis perduram… “a cada quatro horas uma mulher é violentada”, Brasil, o país que mais mata homossexuais no mundo, presos vivendo em situações insalubres, em uma roda viva que vivenciamos condições semelhantes à de uma senzala.

Neste contexto o curso de Bacharelado em Direito do Centro Universitário Montes Belos, desenvolveu um grupo de estudo em DIREITOS HUMANOS, DESENVOLVIMENTO E SUSTENTABILIDADE, cujo objetivo foi desvendar essa cultura de violência infringindo a perpetuação dos Direitos Humanos na sociedade atual brasileira, ofertando um aprendizado de base, para que sirva de auxílio futuramente a trabalhos sobre o tema em questão, e facilite a compreensão dos fenômenos acerca da resistência dessa cultura de violação aos Direitos Humanos, os quais vêm alterando de forma intensa a forma de viver da nossa sociedade. Haja vista, o desenvolvimento social, cultural e ambiental de grupos, ora já mencionados, população, regiões e biomas, ainda não estudos por pesquisadores. Ademais o debate da violência e degradação contra as populações e contra o mundo natural.